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Depois da neve, agora o gelo. O que restou da queda de neve de ontem transformou-se agora em gelo devido às baixas temperaturas que se fizeram sentir durante a noite. A esta hora há três estradas cortadas no distrito de Bragança.

“É no mínimo ridículo”. Esta é a expressão usada pelo deputado do PS eleito por Bragança para classificar a atitude dos deputados do PSD, que entregaram uma recomendação ao Governo para retomar as obras no Túnel do Marão.De recordar que o anúncio desta medida foi feito pelo líder da bancada do PSD na Assembleia da República, Luís Montenegro, em Macedo de Cavaleiros.

O presidente da câmara de Vinhais queixa-se que não pode gastar o dinheiro que a autarquia tem disponível para realizar investimentos no concelho.Tudo por causa da lei dos compromissos que limita as despesas dos municípios.

O Bloco de Esquerda insurge-se contra a privatização do sector das águas, que considera prejudicial para as populações. Hoje o Governo vai levar à Assembleia da República uma proposta de lei para aprovar os estatutos da Entidade Reguladora dos Serviços de águas e Resíduos, para avançar com a privatização destes sectores.

As escolas encerraram em alguns concelhos e ainda há estradas cortadas no distrito de Bragança, devido à queda de neve.

O manto de neve que cobriu Bragança no dia de hoje dificultou as operações de entrega das refeições aos idosos em regime de centro de dia de várias instituições. Com a impossibilidade de levar os veículos do lar à casa dos idosos, foram os bombeiros a entregar a comida aos utentes do Centro Social e Paroquial de S. Bento e S. Francisco.

As dificuldades financeiras das autarquias que vão ser criadas pela nova lei das finanças locais podem abrir a porta ao processo de agregação de municípios.Alguns autarcas do distrito temem que isso possa vir a acontecer e manifestaram a sua preocupação esta manhã no programa Estado da Região, da Rádio Brigantia.

Escolas encerradas e estradas cortadas. Este é o cenário vivido hoje no distrito de Bragança, devido à queda de neve.

A partir de 2014, as câmaras municipais vão receber menos 25% das transferências do Estado.
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