Sex, 06/02/2026 - 10:46
A Comunidade Intermunicipal do Douro reuniu para fazer uma primeira avaliação dos estragos provocadas pelo mau tempo. O presidente da CIM, João Gonçalves, diz que ainda é cedo para fazer um balanço final, mas já há muitas ocorrências que vão necessitar de apoios para repor a normalidade.
“Não podemos fazer um balanço final, mas de qualquer maneira até agora deu para perceber junto dos colegas um conjunto assinalável e muito relevante de ocorrências, com uma perspetiva de também uma estimativa de prejuízos avultada, e é isso que queremos e iremos sinalizar junto da tutela, nomeadamente junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. Sabemos bem que estas ocorrências meteorológicas têm ocorrido ao longo de muitos dias, que sabemos que o foco está muito centrado e justamente no centro do país, onde foi devastador aquela ocorrência, mas de qualquer maneira importa também sinalizar que no resto do país também há prejuízos avultados”.
Segundo o também autarca de Carrazeda de Ansiães, derrocadas e cortes de estradas são as ocorrências mais relevantes. “A todo o nível de vias de circulação há ocorrências relevantes, desde caminhos de acesso às produções agrícolas, nas próprias explorações agrícolas, como sabemos a orografia do Douro é muito ingrata quando há estas ocorrências, também nas estradas municipais e na autoestrada, onde houve um troço que teve que ficar cortado por causa dessa ocorrência. E é de prever que com o nível de saturação de água que as terras já têm e com a continuação da chuva, e intensa, que mais ocorrências e derrocadas ocorram. Vamos aguardar e vamos sinalizar”, rematou João Gonçalves.
A CIM Douro preocupada com as inúmeras ocorrências que o mau tempo está a provocar na região e ainda não há fim à vista para esta vaga de tempestades.
Escrito por Eduardo Pinto (rádio Ansiães)





