Ter, 16/04/2013 - 10:27
O caso arrasta-se há cinco anos, altura em que o juíz Marcolino de Jesus, se queixou de discriminação e de decisões judiciais, que alegadamente não foram cumpridas pelo autarca.
O juiz terá sido impedido pela autarquia de guardar o avião pessoal no hangar do aeródromo municipal, utilizado pelo aeroclube de Bragança e outros pilotos amadores.
Os crimes de que o presidente da Câmara é acusado são punidos com penas de prisão ou multa e também podem ter como pena acessória a perda de mandato.
Ontem Jorge Nunes apresentou-se no Tribunal de Bragança tranquilo e negou ter desrespeitado qualquer ordem do Tribunal.
“Com plena tranquilidade. Este processo tem origem numa hangaragem feita pelo Doutor Marcolino sem autorização do director do aeródromo. É minha convicção que todos os procedimentos dos trabalhadores, do director do aeródromo, assim como do presidente da Câmara respeitaram a legalidade. Foram feitos sem intenção de prejudicar absolutamente ninguém, por isso não me parece que haja razões para esse feito”, afirma o edil.
O juiz desembargador Marcolino de Jesus, pede uma indemnização de 37.500 euros.
Recusa prestar declarações gravadas sobre este caso até ao final do julgamento.
Escrito por Brigantia





